sexta-feira, 28 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
"Stigmatized" _Deus é maior que tudo isso_

Se eu desistir de você, eu desisto de mim
Se lutarmos pela verdade ficaremos juntos
Mesmo se Deus e a fé que eu conhecia
Não deveriam me prender aqui, não deveriam me manter longe de você
Provoque-me, estendendo sua mão
Então me deixe ou me aceite como eu sou
E viveremos nossas vidas, Estigmatizados
Eu posso sentir o sangue correndo em minhas veias
Quando ouço a sua voz, me enlouquecendo
Hora após hora, dia após dia
Toda noite solitária que eu sento e rezo
Nós vivemos nossas vidas em lados diferentes
Mas continuamos juntos, você e eu
Apenas vivemos nossas vidas, estigmatizados
Nós viveremos nossas vidas, nós levaremos socos todos os dias
Nós viveremos nossas vidas, Eu sei que nós vamos encontrar um jeito
Sim, eu acredito em você
Mesmo que ninguém me entenda
Sim, eu acredito em você, e simplesmente não dou a mínima
Estigmatizados
Nós vivemos nossas vidas em lados diferentes
Mas continuamos juntos, você e eu
Nós vivemos nossas vidas em lados diferentes
Nós vamos viver nossas vidas
Nós temos que viver nossas vidas
Nós vamos viver nossas vidas
Vamos viver nossas vidas, vamos viver nossas vidas estigmatizados
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Intimidade com DEUS. ( Não tinha título - Por ventura será esse.)

Em meio a tudo isso não sei onde buscar a não ser em DEUS! ( Frase bastante citada por mim.)
Se ver em meio as escolhas, faz parte de um dos mais difíceis processos humano. Deixar as coisas fugirem de você, sairem de sua vista e mudar totalmente o sentido da sua vida, podem nos deixar alucinados quando não mais existerem na CAIXA PRETA de sua história. Depositar confiança em alguém é futuramente colher decepções. E quando está pessoa não estiver mais aqui? Como conseguirá seguir adiante se todos os seus planos estavam por autoridades passivas da outra pessoa? Em quem buscar se homens nao conseguirem mais te suprir de toda a nescessidade de vida? Esperando em homens nunca seremos inteiros, sempre teremos espaços em branco, esperando alguém que venham e preencham. Mas em certos espaços sem experiências ninguém poderá pintá-los, além do que veio por nós. Somente naquele que veio em carne viver em Espírito poderemos depositar e sem quaisquer sombras de dúvidas: Esperar e regojizar-se do melhor. Nunca o consolo agradável poderá partir de semelhanças. Buscaremos sempre o melhor caráter, mas quando não encontrar-mos no outro, nao buscaremos mais. Quem buscará água duas vezes num copo seco? Nínguem. Buscaremos no copo que nunca seca, e quando uma vez bebermos da água que nele contém, nunca mais teremos sede. É mais fácil confiar no que se vê do que no que se sente. Se todo o SEN.TI.MEN.TO [Amor] fosse uma pessoa, mas em momentos somente uma sensação? O que prefereria sentir? O abstrato ou o físico dele? O palpável ofusca o abstrato. Devido toda a facilidade de compreendê-lo. Assim pode nao ser com DEUS. Temos que confiar em tudo o que tomamos posse sobre nossa vida. Seja Real ou abstrato, isso depende de como vemos as coisas. Eliminar toda dúvida e viver o Sobrenatural de DEUS.O único abstrato que se fez em carne, em osso, em vista, e nunca deixou de ser Espírito. Se não o podessemos sentir nunca o tocaríamos... Hoje ele se faz ReaL, próprio e tocável na minha vida. Em tudo consigo vê-lo. Nas sensações posso tocá-lo. Agradeço todos os dias pelas lutas que são diárias, pelas misericórdias que renovam-se toda manhã e pela Graça que ele pôs e mesmo encontrou em mim. Amém.
=> Assim os purificarei de tudo que era estrangeiro, e fixei responsabilidades para os sacerdotes e para os levitas, para cada um conforme a sua função.
Fixei também normas para a provisão de lenha em tempos determinados, e para os primeiros frutos. Lembra-te de mim, para o meu bem, ó meu DEUS.
Fixei também normas para a provisão de lenha em tempos determinados, e para os primeiros frutos. Lembra-te de mim, para o meu bem, ó meu DEUS.
[Ne 13:30-31]
Bárbara Ribe'ro - 24.05.10
JÓ 39.

Jó 39
1
¶ Sabes tu o tempo em que as cabras montesas têm filhos, ou observastes as cervas quando dão suas crias?
2
Contarás os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto?
3
Quando se encurvam, produzem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
4
Seus filhos enrijam, crescem com o trigo; saem, e nunca mais tornam para elas.
5
Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao jumento bravo,
6
Ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada?
7
Ri-se do ruído da cidade; não ouve os muitos gritos do condutor.
8
A região montanhosa é o seu pasto, e anda buscando tudo que está verde.
9
Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral?
10
Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti?
11
Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho?
12
Ou fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?
13
¶ A avestruz bate alegremente as suas asas, porém, são benignas as suas asas e penas?
14
Ela deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó,
15
E se esquece de que algum pé os pode pisar, ou que os animais do campo os podem calcar.
16
Endurece-se para com seus filhos, como se não fossem seus; debalde é seu trabalho, mas ela está sem temor,
17
Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe deu entendimento.
18
A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele.
19
¶ Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas?
20
Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
21
Escava a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados.
22
Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada.
23
Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo.
24
Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da buzina.
25
Ao soar das buzinas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido.
26
¶ Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul?
27
Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho?
28
Nas penhas mora e habita; no cume das penhas, e nos lugares seguros.
29
Dali descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
30
E seus filhos chupam o sangue, e onde há mortos, ali está ela.
1
¶ Sabes tu o tempo em que as cabras montesas têm filhos, ou observastes as cervas quando dão suas crias?
2
Contarás os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto?
3
Quando se encurvam, produzem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
4
Seus filhos enrijam, crescem com o trigo; saem, e nunca mais tornam para elas.
5
Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao jumento bravo,
6
Ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada?
7
Ri-se do ruído da cidade; não ouve os muitos gritos do condutor.
8
A região montanhosa é o seu pasto, e anda buscando tudo que está verde.
9
Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral?
10
Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti?
11
Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho?
12
Ou fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?
13
¶ A avestruz bate alegremente as suas asas, porém, são benignas as suas asas e penas?
14
Ela deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó,
15
E se esquece de que algum pé os pode pisar, ou que os animais do campo os podem calcar.
16
Endurece-se para com seus filhos, como se não fossem seus; debalde é seu trabalho, mas ela está sem temor,
17
Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe deu entendimento.
18
A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele.
19
¶ Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas?
20
Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
21
Escava a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados.
22
Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada.
23
Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo.
24
Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da buzina.
25
Ao soar das buzinas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido.
26
¶ Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul?
27
Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho?
28
Nas penhas mora e habita; no cume das penhas, e nos lugares seguros.
29
Dali descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
30
E seus filhos chupam o sangue, e onde há mortos, ali está ela.
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