segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Fim do Dia!

A luz apaga porque ja raiou o dia...
Sinceramente

"Ana Carolina"

Sinceramente... Espero que você possa vir me perdoar ...
Ou me querer bem...
Quando eu trai você...
Mesmo sem eu perceber...
Eu trai a mim também.
Quem sabe a gente possa um dia ainda se ver ...
Ou quem sabe converssar, sem nenhum porém ...
Eu só quero te dizer que amar como eu te amei...
Eu nunca amei ninguém...
...Baby baby eu sei que eu errei...
Tratar você como eu tratei...
Saindo assim com outra pessoa, mas só quero te dizer: Perdoa Sinceramente!!
Não sei como explicar o que aconteceu nesta traição...Foi só uma aventura...
Um momento de loucura Simplismente uma atração...
Infelizmente, não pude esconder...
Eu tive que contar tudo pro meu bem...
Sabia que não perdoaria, mas ao menos saberia...
Por mim em vez de outro alguém...
...
Baby baby eu sei que eu errei...

Tratar você como eu tratei...
Saindo assim com outra pessoa, mas só quero te dizer:
Perdoa ...

O que é o amor para mim?

Sabe qndo quer está perto de alguém pq esse alguem te faz bem..
sabe qndo voce tem todo o amor do mundo por uma pessoa...
aquele amor de nao ficar beijando, nem abraçando... nem falando...
só de estár perto?
Isso é amor!
Isso é o que eu sinto!

Te amo!

O que é o amor para mim?

Do fundo do poço do meu (NO MOMENTO) nauseado e ardente estômago!

Estou em transe...
Sem conseguir me enfeitiçar nas internas...
Expressando forças absurdas e redículas...
Sem querer, dando valos as coisas de fora...
Sem conseguir evitar o secundário.
O veneno alheio trás a incerteza de um antídoto.
As sobras do passado retornam, infernizam, me perturbam...
Escapuliu minha paciência, minha confiança e minhas forças.
Desequilibrio incondicional...
Aberta a novidades e desesperos visuais...
Em profunda delicadeza eu te amo!
Não é tão necessário esse sentimento...
Não o disperdício em tempo algum, é puro e insano!
Estou esperando pelo momento final, que você vai dizer as palavras que eu não consigo dizer!


27/08/2008

21:53

Bárbara Ribeiro

Temporal...

Cansada, com dificudades para a expressão do ar... E do guarda-chuva daquela noite, quase não abrindo.Embrulhado no pacote sujo e também ja molhado de salgado.Suas vestes ao extremo superiores... Molhadas!Houve o desespero e o riso. A vontade de chegar ao ponto era mais franca. A busca pelo mais rápido e vago vagão. A ansiedade pela noite, quase comum aos dois... Esperavamos na animação do encontro, a noite no ar frio. As letras coloridas, as mãos delicadas, as negações bizarras...Vulneráveis e flexível os pensamentos quando ao lado dele. Estamos no melhor momento, cada um com seu cada qual... Passou!

30/08/2008

Pm: 22:51

Bárbara Ribeiro

Drummond... POr ele Mesmo!

A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.

Carlos Drummond de Andrade.


A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...


Carlos Drummond de Andrade.


Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo.

Carlos Drummond de Andrade.

Drummond... POr ele Mesmo!

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.


Carlos Drummond de Andrade

Diretamente da Suíça...

Déborah Lia:

Os problemas (preocupações) de hoje são as piadas de amanhã.
Então rir-nos umediatamente!!!

Vc me surpreende!!!

Nossaaa... Talvez a unica pessoa no Brasil a tentar entender minha frase preferida!!!!rsrsrs

Bjusss more!***

Adorei os depoimentos,tem que fazer um que eu possa deixar!!!!

Quase... Feito para Kathleen Christine Cheles.

Quase...

À hora foi destruidora, foi longa, foi avassaladora, cruenta e infiel.
Já não tinha mais saída, tinha acabado por si própria... Momento de angústia? Desespero, insegurança, raiva, ciúmes por alguém que agora não vale mais que minutos corridos do ano passado; Da viagem maravilhosa, dos pedestres simpáticos, alegres, uns até mesmo como o arco-íris... Defesas contra a passagem do tempo, sorrisos, ali não havia lágrimas nem desconfianças.
Quando soube, desabei... Tanto por dentro como por fora...
Foi um ataque terrorista em minha mente, não consegui mais pensar em nada, não tinha com quem eu calar minha dor, não tinha quem ouvisse meus gritos silenciosos, minha voz trêmula... Não tinha quem olhasse meu semblante apático, quase morto, sem ânimo algum... A não ser o da vontade de chorar até morrer...
E que quando eu morresse de uma dor de saudades quase imaginárias, soubesse logo o real motivo de minha dor que naquele momento terceiras pessoas podiam entender, mas para mim, sem quase nenhum esforço era incompreensível...
Muito intolerante viver com a dor do quase.
Nesses dias me recupero com esforço... Rostos incompletos começam a sorrir lentamente... Quase noto a felicidade...
Vai ser difícil não lembrá-la...
E impossível esquece-la...
A herança do quase ficará eternamente centralizada em mim, e a minha incerteza do “não” foi embora no caixão, e eu não sei quando terei a certeza do “sim’”.




Baseado no que eu sabia, e no que senti...

30 de julho de 2007 (manhã)






Bárbara Campos...

Oh Cí "..."

Agora metade de mim descansa em desalento.
A febre baixou e da ferida inflamada, metade já cicatrizou.
Estou esperando pelo momento final, que você vai dizer as palavras que não consigo dizer. Encontraremos-nos em estado penoso,
e nos animaremos com o calor do corpo vivo que abraçará.
Antes eu não conseguia vê-la, e sempre nos encontrávamos na mesma página, ocupando espaços com os mesmos quase pensamentos;
um tempo, a vontade, saudades do que poderia ter vivido;( e se vivesse) e mudado o que tinha acontecido;( e se vivendo, adiando ou prorrogando).
Noutro tempo, o dela, simples, encantador e subjuntivo "...".
Talvez fosse o que poderia ter acontecido a vontade mal vivida, do acréscimo que agora não conta, passou.
A saudade que agora ela sente é vazia e escandalosa, e deve ter vindo causando arrependimento após ter dado um adeus e nem se quer olhado pra trás.
Talvez se ela soubesse antes do que sabe agora, não teria ido embora antes do final.
Sempre a encontrava possuindo o mesmo sentimento e a mesma saudade "...".
Hoje quando a encontro viva, a satisfação que sinto me faz recordar tempos que eu nunca vivi, me faz reviver a saudade que nunca senti e que mesmo sendo assim, ouso a me estorvar.
Do músculo mais teimoso que tenho, vibra o cada tempo que tenho a certeza que vou encontrá-la do mesmo jeitinho que a deixei, com as mesmas palavras escritas, mesmas imagens e novos pensamentos, sorrisos, lágrimas e muitas saudades...
Ao encontrá-la, descobri que o único mal irreparável é o desaparecimento físico de alguém a quem amamos muito.
Oh Cí, talvez não tenha sido a melhor maneira de termos nos confessados, mas sem dúvidas a mais profunda para descobrirmos que é possível o complexo entusiasmo de sentirmos empatia sem finalidade.

Começo: 20/08/2007
Termino: 21/08/2007
Modificado: 23/08/2007
Finalizado: 25/08/2007.