Estou em transe...
Sem conseguir me enfeitiçar nas internas...
Expressando forças absurdas e redículas...
Sem querer, dando valos as coisas de fora...
Sem conseguir evitar o secundário.
O veneno alheio trás a incerteza de um antídoto.
As sobras do passado retornam, infernizam, me perturbam...
Escapuliu minha paciência, minha confiança e minhas forças.
Desequilibrio incondicional...
Aberta a novidades e desesperos visuais...
Em profunda delicadeza eu te amo!
Não é tão necessário esse sentimento...
Não o disperdício em tempo algum, é puro e insano!
Estou esperando pelo momento final, que você vai dizer as palavras que eu não consigo dizer!
27/08/2008
21:53
Bárbara Ribeiro
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário